Partido Político? Ãh?

March 9th, 2011 fabiolr No comments

Pensando bem, já faz um tempo que tento me envolver com alguma coisa onde pudesse ajudar o Brasil. É uma queda para o altruismo, talvez, ou simplesmente natural pelo fato que virei pai e penso mais em como será esse País no futuro. (A, sim, virei pai. Obrigado. Aliás, por isso que não escrevo nada desde que… que virei pai..).

Na faculdade, há 12 anos, entrei para o PFL Jovem. Foi uma experiência interessante. Me dizia liberalista, já lia Ayn Rand, já havia me elegido ao Diretóro Acadêmico. Achava que por alí pegaria um caminho que me levaria para perto dos que tomavam as decisões que formariam o futuro do País. Passei uns dois anos frequentando Brasília e conhecendo uma turma que pensava como eu. Alguns seguiram esse caminho, outros não. Eu não. Essa experiência serviu para me ensinar que por alí não se chegaria onde eu queria chegar. Logo conheci como era “o esquema”, e desisti. Passei a não acreditar no sistema político.

Por 12 anos eu repeti: Através da política não é possível promover as mudanças que nosso País tanto precisa, pois o próprio sistema político impede que as pessoas que pensam assim atinjam posições onde elas possam promover estas mudanças. Quanto mais eficaz a mudança, mais difícil de se chegar a um ponto onde se tem o poder e o descomprometimento político necessários para promovê-la.

E assim, conforme a vontade de melhorar o mundo ia me perseguindo, fui por sua vez perseguindo outras formas de promover estas mudanças. Não vou tornar este texto um resumo das minhas desilusões, mas posso certamente expor a conclusão: Esforços intelectuais para determinar o que está errado são desnecessários, pois o óbvio já seria o suficiente para melhorar muito a gestão pública. Fazer pressão, movimento, reclamar, esses esforços já são amplos na sociedade e surgem pouco efeito. E nem daria para concorrer com os reclamildos de carteirinha.

Então eu desisti. Virei pai e toquei a vida, tenho mais o que fazer. E olha que não foi por falta de oportunidade. Tenho amigos que encabeçam movimentos bem articulados e louváveis. Mas desisti. Simplesmente desisti, como muitos fazem. Conformismo.

E a vida continua quase que normalmente..

Até que meu sócio no escritório, o João, aparece com uma doença daquelas que ninguém gosta nem de falar o nome. Passamos um tempo difícil, preocupante. O cara é triatleta, já correu uns 10 Iron Mans. Se ele não sair dessa, quem sai? Enfim, você pensa de novo em tudo que já tinha pensado, com uma perspectiva diferente.

O João saiu dessa, e conversamos sobre varios temas, a galaxia, a origem dos planetas e até um pouco sobre política e o futuro desse País. E não é que o João também queria fazer algo pelo País fazia tempo? Ele também estava cansado de reclamar, e não queria participar de nenhum movimento.

Pois o João já tinha até pensado em apoiar candidatos existentes, tentar colocar gente séria e com experiência em gestão no governo. Mas ele também empacou ao sacar que o próprio sistema engolia esse tipo de gente.

Mas o João teve a idéia óbvia: Temos que começar do zero.

O racional: para melhorar a gestão pública, é necessário assumir cargos de gestão. Os cargos de gestão são em sua maioria eletivos. Então precisa participar de eleições. Para se eleger é preciso, entre outras coisas, um partido. Então, para começarmos do zero mesmo, precisamos fundar um partido.

(agora é aquele momento que você deixa a pessoa respirar e digerir um pouco o que você acabou de falar)…..

É isso mesmo, para começar todo o processo de forma completamente desvinculada, é necessário fundar um partido novo. O Partido Novo. Aí que começou toda a idéia…

Enfim, nos convencemos que a única forma de realmente começar algo novo, um movimento capaz de promover mudanças e atuar diretamente na administração pública, um sistema que desse suporte ao gestor antes e depois de ser eleito, que o habilitasse e o fortificasse para que ele pudesse performar enquanto gestor público, seria através da criação de um partido político – uma entidade civil com a habilidade especial de poder inscrever candidatos a cargos públicos.

Então o João, eu, e mais 179 pessoas fundamos no mês passado o Partido Novo. Simples assim? Nem tanto, é uma tarefa muito trabalhosa e cheia de desafios. Estamos só começando…

 

Conheça mais sobre o Partido Novo em www.novo.org.br

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Meu Kindle e Eu

April 21st, 2009 admin No comments

Há dois meses, recebi meu Kindle e resolvi ler um pouco nele antes de falar à respeito. Três livros lidos depois, já comprei um segundo aparelho para minha esposa ler comigo e já virou um hábito.

A Leitura

Ler no Kindle é muito confortável. Ele é leve como um pocket book. Você pode facilmente lê-lo deitado, de lado, enfim, sua posição não sofre interferência das leis de Newton – não tem paginas para você ter que segurar no lugar. Para “virar a página”, basta apertar um dos dois botões convenientemente colocados nas laterais, perto do centro de gravidade, onde normalmente você já o segura mesmo. Diferente de telas de computador, a tela do Kindle não emite luz. Seu fundo é [quase] branco, e os caracteres, pretos. No escuro, é necessário iluminá-lo como em um livro tradicional. Isso faz com que sua vista não canse, tornando toda a empreitada de ler  livros inteiros em uma tela eletrônica possível. Quem já sonhou que os livros fossem impressos em tipografias maiores, agora pode escolher o tamanho da fonte na hora. Eu, que nunca sonhei com isso pois sou jovem e [ainda] enxergo bem, confesso que também gostei desta possibilidade. À noite, com menos luz ou quando estou mais cansado, aumento o tamanho para a leitura ficar mais gostosa. No sol, diminuo para ler mais rápido, trocando de página menos frequentemente.

Yashmak?

Adormecida, Samira permitiu que seu yashmak comprometesse sua função. O que houve com Samira? O que é yashmak, e qual sua função? Durante a leitura, muitas palavras novas ao leitor podem ser inferidas pelos contexto, ou simplesmente podem ser ignoradas. Outras, não. Mas nem sempre o leitor dispões de um dicionário, quase nunca é prático ter um ao seu lado. E, mesmo se tiver, sua consulta constante atrapalham a harmonia da leitura. O Kindle traz uma funcionalidade espetacular. Basta movimentar um mini joystick levando o cursor sobre a palavra, que em uma pequena janela aparece a sua definição. Aperte o joystick, e uma pagina com o verbete completo é apresentada. Cortesia da Amazon, todo Kindle vem com um Oxford. Portanto só em inlgês, por enquanto.

Anotações

Muitos leitores gostam de fazer anotações, highlights, e grifos durante a leitura. Eu não gosto. Alias, eu não gostava, porque sua consulta posterior era muito rara. No Kindle, além de ficar mais fácil e dispensar o emprego de uma sofisticada caneta, sua consulta posterior é fácil – o Kindle cria um resumo de suas anotações, com transcrições dos grifos, e ainda marca as páginas que contém conteúdo criado pelo usuário. Isso ainda é disponibilizado em formato .txt para o usuário levar ao PC ou MAC e prosseguir com o trabalho.

Eu, e os livros

O mais interessante, no entanto, é a mudança que está por vir, da minha relação com os livros.

Eu, como Umberto Eco, me interesso mais pelos livros que ainda não li na minha estante. O que ainda tenho pela frente, o que ainda não conheço. Sentar e escolher o próximo livro entre os que tenho, ou esolher os próximos que terei na livraria, é um prazer que, cedo ou tarde, mudará. Pois a experiência da leitura em si é tão superior no Kindle que me motiva a aceitar esta mudança na relação com os livros.

Com o Kindle, minha biblioteca dos livros que ainda não li vira, praticamente, os 250,000 livros disponíveis na Amazon “one click away”, e ainda os milhões de domínio público disponíveis na internet, em diversos formatos que o dispositivo aceita. 

Confesso que é difícil imaginar minha casa sem livros. Talvez no futuro eu tenha só os não-literários? Os de fotografia, artes, culinária, viagem? Difícil imaginar um objeto como o SUMO de Helmut Newton perder qualquer apelo. Mas é fácil entender que não ter o último best seller na prateleira pode trazer qualquer preocupação. 

Se a preocupação é de ter o conteúdo para a eternidade, difícil argumentar contra o Kindle, já que você pode fazer quantas cópias quiser do arquivo digital, gravar e CD, DVD e outras mídias muito mais indestrutíveis do que um pobre livro.

Admito que não quero ver minha casa sem livros. Admito que não quero ler meu próximo livro no papel, mesmo se eu o tiver na prateleira, comprarei a versão eletrônica. Então como encarar o dilema: quero livros na estante, mas quero ler no kindle? A relação de cada um com seus livros é assunto para uma reflexão pessoal, a única certeza é que o Kindle te obriga a repensá-la. Vou crescendo minha biblioteca digital no ambiente Amazon/Kindle e preferindo livros decorativos para minha casa. Sei que, como tudo que mudou radicalmente, pareceu estranho no começo mas eventualmente virou “normal”. Meu filho Téo, de 4 meses, provavelmente não precisará de estantes.

O Kindle e seus similares vieram para ficar, para mudar nossa relação com os livros, e para finalmente trazer o efeito do long tail para o mercado editorial.

Conteúdo 

A Amazon tem hoje aproximadamente 275,000 títulos para o Kindle. Ainda é uma fração dos milhões de títulos impressos, e são na maioria em inglês. Existem inúmeras outras fontes de livros, e é muito fácil achar na internet repositórios de clássicos como o  Project Gutenberg, de onde eu peguei Voyage au Centre de la Terre, entre outros, da obra de Jules Verne.

Para quem não gosta de ler em outro idioma, ou não domina pelo menos o  inglês, a hora é de esperar. Eu sou apaixonado por línguas e pela leitura. Gosto de unir as duas experiências. Ler em outra língua me traz dois prazeres: o de ler, e o de desenvolver minhas habilidades em outros idiomas. Procuro sempre ler o original, desde que seja pelo menos em Inglês, Portiguês, Italiano, Francês ou Espanhol. Se o original for em outra língua, procuro a melhor tradução, sempre direta, para um destes idiomas. Procuro os que domino melhor quando a leitura é mais erudita ou técnica, e os mais novos quando a leitura é mais leve. Tudo isso combina muito com o Kindle, pois elimina o problema da fronteira em conseguir obras em outros idiomas. Procure comprar Jules Verne em francês ou Niccolò Machiavelli em Italiano aqui em São Paulo, e me entenderás.

Também está disponível, na Amazon, edições dos principais jornais e revistas do mundo. Quer ler Le Monde? Corriere della Sera? Não quer pagar R$ 30 (é isso que custa na banca) por um jornal? Por USD 2, ele está no seu Kindle. Quer assinar a The New Yorker? USD 3/mês no seu Kindle. Veja mais na Kindle Store. 

Conclusão

Se você gosta de ler em inlgês ou os clássicos em outros idiomas, e gosta de novidades: Compre já o seu Kindle.

Hudson Landing – Simulation

March 3rd, 2009 fabiolr No comments

This is the best I have seen so far…. 

Hudson River Plane Landing

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Hello, World

February 1st, 2009 fabiolr No comments

 

Olá, cansei do blogger então resolvi instalar minha própria ferramenta de publicação. Não que eu pretenda escrever nada útil aqui, como nunca pretendi escrever no antigo e-Presepagem, que nem era tão antigo assim, aliás era bem novo também.

Enfim, aqui é meu sandbox, meu scrapbook, meu rasculho, o lugar onde eu coloco as coisas que eu mesmo quero lembrar depois, ou onde meus amigos acabam vindo parar quando quero dividir algo que por falta de paciência ou excesso de respeito aos outros me recuso a mandar por e-mail.

Por favor não achem que tudo que vem parar aqui é criação minha. Pode ser, mas muitas vezes nem é. Se você quiser ler alguma coisa nova, legal, recomendo o Updaters.

Aqui só tem besteira, se quiser ver uma sensacional, clique no jump.

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Júnior e a crise

December 22nd, 2008 fabiolr No comments

Sensacional artigo da Caroline Baum:
Junior Asks Daddy, Where Do Bailouts Come From: Caroline Baum
Commentary by Caroline Baum 
Junior had been watching Mom and Dad
sulk around the house for weeks, wondering what was going on. Mom
still tucked him in at night, and Dad played stick ball with him
on weekends. Yet both parents seemed distracted and detached.
     Finally, he could stand it no longer.
     “Mom, Dad, what’s wrong? You seem so depressed.”
     “Well, son,” his father began. “Your mother and I have
lost a lot of money in the stock market, like many other people
who work hard and save to send their kids to college and provide
for themselves in their retirement. We don’t like to burden you.
I see now that we should have explained what was going on a long
time ago. Sit down, Junior.”
     “Thanks, dad. I get upset when I hear kids at school talk
about their dads’ companies getting bailed out. What does that
mean?”
     “The government has been handing out money to banks, other
financial institutions — even the auto companies. It hasn’t done
much to help middle-class folks like us, which isn’t fair.”
     “Mrs. Adams talks about fairness a lot in school,” Junior
said. “She says it’s not fair for some people to be very rich
and others to be very poor, that the government should do
something about it.”
     “That’s right, son,” Dad said. “The rich should pay more
in taxes to reduce the gap between rich and poor, something they
call income inequality.” Read more…

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FAQ sobre a Cerveja

December 11th, 2008 fabiolr No comments

Idiotices sobre a Cerveja…

1. A CERVEJA MATA?


Sim. Sobretudo se a pessoa for atingida por uma caixa de
 cerveja com garrafas cheias. Anos atrás, um rapaz, ao
 passar pela rua, foi atingido por uma caixa de cerveja que
 caiu de um caminhão levando-o a morte instantânea. Além
 disso, casos de infarto do miocárdio em idosos teriam sido
 associados as propagandas de cervejas com modelos boazudas. 
  


2. O USO CONTINUO DO ALCOOL PODE LEVAR AO USO DE DROGAS
 MAIS PESADAS? 


Não. O álcool é a mais pesada das drogas: uma garrafa de
 cerveja pesa cerca de 900 gramas. 
  


3. CERVEJA CAUSA DEPENDÊNCIA PSICOLÓGICA? 


Não. 89,7% dos psicólogos e psicanalistas entrevistados
 preferem uísque. 
  


4. MULHERES GRÁVIDAS PODEM BEBER SEM RISCO? 


Sim. Está provado que nas blitz a polícia nunca pede o
 teste do bafômetro pras gestantes. E se elas tiverem que
 fazer o teste de andar em linha reta, sempre podem atribuir
 o desequilíbrio ao peso da barriga. 
  


5. CERVEJA PODE DIMINUIR OS REFLEXOS DOS MOTORISTAS? 


Não. Uma experiência foi feita com mais de 500
 motoristas: foi dada uma caixa de cerveja para cada um beber
 e, em seguida, foram colocados um por um diante do espelho.
 Em nenhum dos casos, os reflexos foram alterados. 
  


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Young Patel in search of a brief hstory of America

December 9th, 2008 fabiolr No comments

It was the first day of school in the USA and a new Indian student named Sahadev Patel entered the fourth grade.

The teacher said, ‘Let’s begin by reviewing some American History.

Who said ‘Give me Liberty, or give me Death’?

She saw a sea of blank faces, except for Patel, who had his

hand up: ‘Patrick Henry, 1775′ he said. ‘Very good!’ Who said:’Government of the People, by the People, for the People, shall not perish from the Earth?’

Again, no response except from Patel. ‘Abraham Lincoln, 1863′ said Patel. The teacher snapped at the class, ‘Class, you should be ashamed. Patel, who is new to our country, knows more! About its history than you do.’ She heard a loud whisper: ‘Fuck the Indians,’ ‘Who said that?’ she demanded. Patel put his hand up. ‘General Custer, 1862.’ At that point, a student in the back said, ‘I’m going to puke.’ The teacher glares around and asks ‘All right! Now, who said that?’ Again, Patel says, ‘George Bush to the Japanese Prime Minister, 1991.’ Now furious, another student yells, ‘Oh yeah? Suck this!’ Patel jumps out of his chair waving his hand and shouts to the teacher, ‘Bill Clinton, to Monica Lewinsky, 1997!’ Now with almost mob hysteria someone said ‘You little shit. If you say anything else, I’ll kill you.’ Patel frantically yells at the top of his voice, ‘Gary Condit to Chandra Levy, 2001.’ The teacher fainted. And as the class gathered around the teacher on the floor, someone said, ‘Oh shit, we’re fucked!’

And Patel said quietly, ‘George Bush, Iraq, 2005.’

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É Pique, é Pique, Rát-tim-bum… Mas peraí, que p é essa??

December 8th, 2008 fabiolr No comments
Não tem uma festinha de aniversário que eu não me pergunto O que que essas pessoas estão cantando? E o pior, ninguém nunca sabe.. Mas cantam… Constangidos, mas cantam..
Então resolvi perguntar ao Mr. Google, que me deu poucas respostas também.. Até que o Master Googler @fepacheco me elucidou com a resposta, reproduzida aqui:
O bordão “é pique é pique, é hora é hora, rá-tim-bum”, incorporado no Brasil ao Parabéns a você, é uma colagem de bordões dos pândegos estudantes das Arcadas (como a faculdade também era chamada) da década de 1930. “É pique” era uma saudação ao estudante Ubirajara Martins, conhecido como “pic-pic” porque vivia com uma tesourinha aparando a barba e o bigode pontiagudo. “É hora” era um grito de guerra de botequim: nos bares, os estudantes eram obrigados a aguardar meia hora por uma nova rodada de cerveja – era o tempo necessário para a bebida refrigerar em barras de gelo. Quando dava o tempo, eles gritavam: “É meia hora, é hora, é hora, é hora”.

“Rá-tim-bum” , por incrível que pareça, refere-se a um rajá indiano chamado Timbum, ou coisa parecida, que visitou a faculdade – e cativou os estudantes com a sonoridade de seu nome. O amontoado de bordões ecoava nas mesas do restaurante Ponto Chic (que criou o sanduíche Bauru graças a outro estudante de Direito, Casemiro Pinto Neto), com um formato um pouco diferente do que se conhece hoje: “Pic-pic, pic-pic; meia hora, é hora, é hora, é hora; rá, já, tim, bum”"
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Horário bonitinho no Twitter (tipo 5:55)

November 19th, 2008 fabiolr No comments

 

Estou há pouco tempo no twitter mas já vi que a galera gosta de twitar o horário quando ele é bonitinho, tipo 5:55, 18:18, etc..

Aí eu fiquei pensando, deve dar trabalho para lembrar de fazer isso… Então eu pensei, se eu quisesse fazer isso, não dava para usar o CRON?

Óbvio que eu dei uma espiadinha no API do twitter e vi que é moleza, então se vc gosta desse ou de qualquer outro “auto-twit”, faça assim:

usando o terminal do seu Mac, crie uma entrada no seu CRON (use o comando crontab -e) como esta:

55 5 * * *  curl –basic –user “user:senha” –data-ascii   “status=5:55″ http://twitter.com/statuses/update.json

(para mudar o horário, primeiro número é minuto, segundo é hora, e se quiser saber mais de uma googlada por cron syntax)

Aos críticos de carterinha: A idéia é mostrar o conceito…

Update: o crontab -e usa o vi. dica do vi: i (insere), d (apaga 1 caractere), esc sai do modo edição, wq! (grava e sai) e dd (apaga a linha toda).. se quiser saber mais, man vi.

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Respota à capmanha baixo nível da Dona Marta

October 18th, 2008 fabiolr No comments

 

Recebi por e-mail essa carta à candidata Marta. 

Considerando o baixo nível de sua campanha, me permito de replicá-la aqui:

“Em nota oficial, a coordenação da campanha alega que “a equipe de

marketing”, ao perguntar sobre o estado civil de Kassab, “apenas defendeu o

legítimo direito do eleitor conhecer, em todos os aspectos possíveis, a

história de quem se apresenta para governar a maior cidade do país”.

Candidata Marta,

 

Diante da premissa acima exaustivamente defendida pela senhora e por sua

equipe, percebo que tenho a prerrogativa de conhecer, em todos os aspectos

possíveis, a candidata que se apresenta para governar a maior cidade deste

país, razão pela qual, indago:

 

1) Depois de tantas campanhas e cargos públicos ocupados, não há dúvida de

que a senhora é tão ou mais conhecida pelos eleitores que o senador Eduardo,

seus ex-marido, razão pela qual, indago, por que continua a assinar Marta

Suplicy?

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