Júnior e a crise
FAQ sobre a Cerveja
Idiotices sobre a Cerveja…
1. A CERVEJA MATA?
Sim. Sobretudo se a pessoa for atingida por uma caixa de cerveja com garrafas cheias. Anos atrás, um rapaz, ao passar pela rua, foi atingido por uma caixa de cerveja que caiu de um caminhão levando-o a morte instantânea. Além disso, casos de infarto do miocárdio em idosos teriam sido associados as propagandas de cervejas com modelos boazudas.
2. O USO CONTINUO DO ALCOOL PODE LEVAR AO USO DE DROGAS MAIS PESADAS?
Não. O álcool é a mais pesada das drogas: uma garrafa de cerveja pesa cerca de 900 gramas.
3. CERVEJA CAUSA DEPENDÊNCIA PSICOLÓGICA?
Não. 89,7% dos psicólogos e psicanalistas entrevistados preferem uísque.
4. MULHERES GRÁVIDAS PODEM BEBER SEM RISCO?
Sim. Está provado que nas blitz a polícia nunca pede o teste do bafômetro pras gestantes. E se elas tiverem que fazer o teste de andar em linha reta, sempre podem atribuir o desequilíbrio ao peso da barriga.
5. CERVEJA PODE DIMINUIR OS REFLEXOS DOS MOTORISTAS?
Não. Uma experiência foi feita com mais de 500 motoristas: foi dada uma caixa de cerveja para cada um beber e, em seguida, foram colocados um por um diante do espelho. Em nenhum dos casos, os reflexos foram alterados.
Young Patel in search of a brief hstory of America
It was the first day of school in the USA and a new Indian student named Sahadev Patel entered the fourth grade.
The teacher said, ‘Let’s begin by reviewing some American History.
Who said ‘Give me Liberty, or give me Death’?
She saw a sea of blank faces, except for Patel, who had his
hand up: ‘Patrick Henry, 1775′ he said. ‘Very good!’ Who said:’Government of the People, by the People, for the People, shall not perish from the Earth?’
Again, no response except from Patel. ‘Abraham Lincoln, 1863′ said Patel. The teacher snapped at the class, ‘Class, you should be ashamed. Patel, who is new to our country, knows more! About its history than you do.’ She heard a loud whisper: ‘Fuck the Indians,’ ‘Who said that?’ she demanded. Patel put his hand up. ‘General Custer, 1862.’ At that point, a student in the back said, ‘I’m going to puke.’ The teacher glares around and asks ‘All right! Now, who said that?’ Again, Patel says, ‘George Bush to the Japanese Prime Minister, 1991.’ Now furious, another student yells, ‘Oh yeah? Suck this!’ Patel jumps out of his chair waving his hand and shouts to the teacher, ‘Bill Clinton, to Monica Lewinsky, 1997!’ Now with almost mob hysteria someone said ‘You little shit. If you say anything else, I’ll kill you.’ Patel frantically yells at the top of his voice, ‘Gary Condit to Chandra Levy, 2001.’ The teacher fainted. And as the class gathered around the teacher on the floor, someone said, ‘Oh shit, we’re fucked!’
And Patel said quietly, ‘George Bush, Iraq, 2005.’
É Pique, é Pique, Rát-tim-bum… Mas peraí, que p é essa??
O bordão “é pique é pique, é hora é hora, rá-tim-bum”, incorporado no Brasil ao Parabéns a você, é uma colagem de bordões dos pândegos estudantes das Arcadas (como a faculdade também era chamada) da década de 1930. “É pique” era uma saudação ao estudante Ubirajara Martins, conhecido como “pic-pic” porque vivia com uma tesourinha aparando a barba e o bigode pontiagudo. “É hora” era um grito de guerra de botequim: nos bares, os estudantes eram obrigados a aguardar meia hora por uma nova rodada de cerveja - era o tempo necessário para a bebida refrigerar em barras de gelo. Quando dava o tempo, eles gritavam: “É meia hora, é hora, é hora, é hora”.
“Rá-tim-bum” , por incrível que pareça, refere-se a um rajá indiano chamado Timbum, ou coisa parecida, que visitou a faculdade - e cativou os estudantes com a sonoridade de seu nome. O amontoado de bordões ecoava nas mesas do restaurante Ponto Chic (que criou o sanduíche Bauru graças a outro estudante de Direito, Casemiro Pinto Neto), com um formato um pouco diferente do que se conhece hoje: “Pic-pic, pic-pic; meia hora, é hora, é hora, é hora; rá, já, tim, bum”"